Nas vésperas do 11 de setembro, Osama Bin Laden estava internado em um hospital militar paquistanês sob o atento olhar do ISI do Paquistão, o equivalente paquistanês da CIA, com estreitos laços com a comunidade de inteligência americana.

Vídeo de um noticiário de 28 de fevereiro de 2002 da CBS News que mostrava que Osama Bin Laden estaria em no hospital Rawalpindi no Paquistão, um dia antes dos ataques de 11 de setembro, fazendo tratamento de hemodiálise devido a problemas renais:

1ª "Morte" de Osma Bin Laden:

Em outubro de 2001, Bin Laden apareceu em um vídeo usando uniformes do exército e cocar islâmico, parecendo visivelmente pálido e magro. Em dezembro de 2001, outro vídeo foi divulgado, desta vez mostrando um Bin Laden gravemente doente, que foi aparentemente incapaz de mover o seu braço esquerdo.


Então, em 26 de dezembro de 2001, a Fox News noticiou em uma história do Observer do Paquistão, de que os talibãs afegãos haviam pronunciado oficialmente a morte de Osama Bin Laden no início daquele mês. Segundo o relatório, ele foi enterrado menos de 24 horas depois em uma vala comum, em conformidade com as práticas Wahabbist sunita.

2ª "Morte" de Osma Bin Laden:

O que se seguiu foi uma seqüência de pronunciamentos de autoridades afirmando o que já era óbvio: supostamente vivendo em cavernas e abrigos na passagem montanhosa entre Afeganistão e Paquistão, Osama teria sido privado do equipamento de diálise que ele precisava para viver.


Em 18 de janeiro de 2002, o presidente paquistanês Pervez Musharraf anunciou muito claramente: “Acho que agora, francamente, ele está morto.”

3ª "Morte" de Osma Bin Laden:

Em 17 de julho de 2002, o então chefe de contraterrorismo do FBI, Dale Watson, disse numa conferência de oficiais policiais que “eu pessoalmente acho que ele [Bin Laden] provavelmente não está mais entre nós”, antes de cuidadosamente acrescentar que “eu não tenho nenhuma evidência para apoiar isso.”

4ª "Morte" de Osma Bin Laden:

Em outubro de 2002, o presidente afegão Hamid Karzai disse à CNN que “eu acredito que [Bin Laden] provavelmente está morto.”

5ª "Morte" de Osma Bin Laden:

Em novembro de 2005, o senador Harry Reid revelou que ele havia sido informado de que Osama possivelmente teria morrido no terremoto do Paquistão de outubro daquele ano.

6ª "Morte" de Osma Bin Laden:

Em setembro de 2006, a inteligência francesa vazou um relatório sugerindo Osama tinha morrido no Paquistão.

7ª "Morte" de Osma Bin Laden:

Em 02 de novembro de 2007, a ex-ministra paquistanesa Benazir Bhutto disse a David Frost da Al-Jazeera que Omar Sheikh havia matado Osama Bin Laden.

8ª "Morte" de Osma Bin Laden:

Em março de 2009, Angelo Codevilla, ex-agente de inteligência estrangeira dos EUA e professor de relações internacionais na Universidade de Boston declarou: “Todas as evidências sugerem que Elvis Presley está mais vivo hoje do que Osama Bin Laden.”

9ª "Morte" de Osma Bin Laden:

Em maio de 2009, o presidente paquistanês, Asif Ali Zardari confirmou que os seus “contatos dos serviços de inteligência americanos não tinha ouvido nada de Bin Laden em sete anos e confirmou “Eu não acho que ele está vivo.”

10ª "Morte" de Osma Bin Laden:

Agora em 2011, o presidente Obama entra no grupo de pessoas em posições de autoridade que pronunciaram Osama Bin Laden como morto. Alguns podem afirmar que nenhum dos relatórios anteriores tinham qualquer credibilidade, mas como está agora sendo divulgado que o corpo de Osama foi sepultado no mar menos de 12 horas depois de sua morte, sem possibilidade de qualquer confirmação independente de sua identidade, a mesma questão de credibilidade deve ser feita a esta última declaração. Até este ponto, a única evidência que temos que Osama Bin Laden foi morto ontem foram algumas imagens na TV de um local queimando e a palavra do homem atualmente ocupando o Salão Oval.


Só existe apenas 2 questionamentos:

Ou ele já morreu muito antes
ou...
Na verdade não foi morto...

 

Veja no vídeo do nosso parceiro:

 

Canal VERDADE EXPLÍCITA

 

http://verdadexplicita.blogspot.com/2011/05/11-de-setembro-morte-de-bin-laden-farsa.html

Mas dada a formação de um consenso bem informado em torno da opinião de que Bin Laden morreu há muito tempo, devido à insuficiência renal, irá o a população dos EUA requerer provas de mais qualidade de seu presidente de que a pessoa morta era na verdade Osama Bin Laden, e que ele realmente morreu da forma descrita, ou será que esse pronunciamento vai ficar inquestionável como tantas outras mortes na guerra interminável de terror?


Algumas fontes do site Infowars relatam que o corpo de Bin Laden estaria congelado por vários anos, e que o anúncio de sua morte seria feito em um momento mais politicamente apropriado.


É claro que este momento visa aumentar o suporte as ações do governo americano de intervenção em outros países, além de justificar uma possível retaliação de membros da organização terrorista de Bin Laden, a Al-(CIA)Qaeda. Claro que sabemos que isto sera apenas para criar um pano de fundo para um possível ataque de falsa bandeira, como os de 11 de setembro.

 

Fonte: http://forum.antinovaordemmundial.com/Forum-anti-nom

A História Contada Hoje:

Washington, 2 mai (EFE).- A operação do comando de elite americano que culminou na morte do líder da Al Qaeda, Osama bin Laden, em uma residência no Paquistão foi realizada com grande precisão e, durante 40 minutos, ocorreu como um espetáculo digno de um roteiro de cinema de Hollywood.

O sinal verde para a operação foi dado na sexta-feira de manhã pelo presidente americano, Barack Obama, que, antes de viajar ao Alabama, assinou a autorização para que um pequeno grupo de soldados da Força de Operações Especiais da Marinha (Seals) tentasse capturar Bin Laden, vivo ou morto, explicaram diversos altos funcionários do Governo dos Estados Unidos.

Seis meses antes, a CIA tinha conseguido localizar o mensageiro de confiança de Bin Laden, de quem até então se desconhecia inclusive o nome, e sobre quem havia suspeitas de que se escondesse junto ao líder da Al Qaeda.

O emissário residia em um complexo avaliado em US$ 1 milhão em Abbottabad, nos arredores de Islamabad e claramente construído para abrigar um alvo muito mais valioso que o mensageiro: tinha duas portas de segurança, espessos muros de seis metros de altura reforçados com arame arame farpado. O prédio não contava, contudo, com telefone nem internet.

Quem ali morava não tinha contatos com os vizinhos e queimava o lixo, em vez de retirá-lo. Pouco a pouco, os agentes da CIA se convenceram de que quem se encontrava no interior da mansão era o próprio "número um" da Al Qaeda.

 

Obama esteve em pelo menos cinco reuniões com seu conselho de segurança nacional para analisar os dados apresentados pelos serviços de Inteligência.


As posições eram díspares. Não havia 100% de certeza de que se tratasse do próprio Bin Laden, mas, segundo o conselheiro da Casa Branca para a luta contra o terrorismo, John Brennan, era a pista mais sólida procedente "de Tora Bora" desde que os EUA tornaram prioridade máxima, há quase dez anos, as buscas pelo líder terrorista no Afeganistão.

Alguns dos assessores defendiam o uso de aviões não-tripulados (drones), para não pôr em perigo vidas americanas. Outros preferiam enviar as forças Seal - uma opção mais arriscada, mas com mais garantias de sucesso. Por fim, Obama optou por esta última.


O presidente acompanhou a operação no domingo da Sala de Crise da Casa Branca, com som e imagens ao vivo.

Foi "um dos momentos de maior ansiedade na vida de qualquer um de nós, que estivemos ali", reconheceu Brennan. Em suas palavras, os nervos ficaram a flor de pele quando um dos dois helicópteros enviados à missão sofreu problemas técnicos. A aeronave conseguiu aterrissar no complexo, mas já não podia mais se movimentar.


O comando entrou na residência sem ter uma ideia exata do que lá encontraria. Quando se viram ameaçados a se entregar, os terroristas preferiram abrir fogo. Segundo Brennan, o próprio Bin Laden utilizou como escudo humano uma de suas esposas, que foi atingida pelas balas.

Morreram outros três homens, entre eles, um dos filhos adultos de Bin Laden. Duas mulheres ficaram feridas.

O comando utilizou o helicóptero que não foi danificado para abandonar o complexo e transportar o corpo de Bin Laden. Ao todo, a operação durou apenas 40 minutos.

 

Todos saíram na mesma aeronave. A outra ficou no lugar.

Depois, a operação foi informada às autoridades paquistanesas, que assumiram a responsabilidade pela mansão.


Os serviços de segurança dos dois países buscam agora avaliar o conteúdo do local na busca de dados sobre a rede terrorista Al Qaeda e sobre os demais dirigentes do grupo.

O corpo de Bin Laden foi transportado ao porta-aviões americano Carl Vinson, no mar da Arábia, onde foi preparado conforme os ritos islâmicos e, depois, jogado ao mar, para evitar que seu túmulo se transformasse em centro de peregrinação e diante da dificuldade de encontrar um terceiro país que quisesse aceitar recebê-lo.


Além da comparação de fotografias, os exames de DNA contrastados com outros membros da família de Bin Laden comprovaram, com "99,9%" de certeza, que se tratava do tão procurado líder terrorista.

Advogado Britânico Crítica Barack Obama:

Geoffrey Robertson
Geoffrey Robertson

Londres, 3 mai (EFE).- Um renomado advogado britânico de direitos humanos qualificou nesta terça-feira como "absurda" a afirmação do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de que com a morte do terrorista Osama bin Laden fez-se justiça.


"Como ex-professor de Direito, (Obama) sabe o absurdo que é essa declaração", escreveu no jornal "The Independent" o advogado Geoffrey Robertson, que atuou em diversos casos perante o Tribunal Europeu de Direitos Humanos e o Tribunal Especial da ONU para Serra Leoa e atualmente defende o fundador do WikiLeaks, Julian Assange.


Robertson afirmou que a operação que resultou na morte de Bin Laden não consistiu na "invasão ilegítima" da soberania do Paquistão, como afirmam alguns críticos, pois era necessário capturar esse "criminoso internacional" e o país que o acolhia se mostrava inoperante.


No entanto, questionou qual teria sido a ordem dada pelo governante americano: "O presidente Obama ordenou sua captura ou sua execução?".


"A lei permite disparar contra um criminoso em legítima defesa. Deveria ter sido dada a ele a oportunidade de se render, mas, mesmo que ele não se entregasse, deveriam tê-lo capturado vivo se fosse possível fazer isso sem risco", acrescentou Robertson.


"Matar Bin Laden dessa forma o transformou em um mártir, mais perigoso nesse papel póstumo do que enquanto permanecia escondido e sua lenda e as teorias de conspiração em torno dos atentados terroristas de 11 de setembro seguirão vivas", afirmou Robertson.


Segundo o advogado, "Bin Laden não poderia ter sido julgado pelos atentados de 11 de setembro pelo Tribunal Penal Internacional (TPI), já que este só começou a funcionar nove meses mais tarde, mas o Conselho de Segurança poderia ter montado um tribunal especial em Haia com juízes internacionais, incluindo juristas muçulmanos, para que o julgamento fosse justo".


"Teria sido a melhor forma de desmistificar este homem e desmontar sua causa. Atrás das grades, ele perderia parte de sua lenda e já não seria lembrado como um homem forte e espiritual, mas como um senhor cheio de ódio", acrescentou o advogado.

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